domingo, 10 de janeiro de 2016

Um trecho do veneno Marxista


Nenhuma outra parte da teoria de Freud foi mais veementemente rejeitada do que a idéia da sobrevivência da herança arcaica a sua reconstrução da pré-história da humanidade desde a horda primordial, passando pelo parricídio, até a civilização. As dificuldades de verificação científica e até no aspecto de coerência lógica são óbvias e talvez insuperáveis. Além disso, são reforçadas pelos tabus que a hipótese freudiana tão eficazmente viola; não nos reporta à imagem de um paraíso que o homem perdeu em castigo de seu pecado contra Deus, mas ao domínio do homem pelo homem, estabelecido por um pai-déspota sumamente terreno e perpetuado pela rebelião malograda e incompleta contra êle. O pecado original foi contra o homem e não foi pecado, porque foi cometido contra um que era, êle próprio, culpado. E essa hipótese filogenética revela que a civilização madura está ainda condicionada pela imaturidade mental arcaica. A memória de impulsos e feitos pré-históricos continua assediando a civilização: o material reprimido retorna, e o indivíduo ainda é castigado por impulsos que foram dominados há muito tempo e feitos que há muito se resolveram. Se a hipótese de Freud não fôr corroborada por qualquer prova antropológica, terá de ser inteiramente rejeitada, excetuando o fato de que ela encaixa, numa seqüência de eventos catastróficos, toda a dialética histórica de dominação e, por conseguinte, elucida aspectos da civilização até aqui inexplicados. Usamos a especulação antropológica de Freud apenas neste sentido: pelo seu valor simbólico. Os eventos arcaicos que a hipótese estipula poderão estar para sempre fora do alcance da verificação antropológica; as conseqüências alegadas desses eventos são fatos históricos, e a sua interpretação, à luz da hipótese de Freud, empresta-lhes um significado até hoje omitido, que aponta para o futuro histórico. Se a hipótese desafia o senso comum, proclama, no entanto, à sua revelia, uma verdade que esse mesmo senso comum tem sido treinado a esquecer.

Na construção freudiana, o primeiro grupo humano foi estabelecido e mantido pelo domínio imposto de um indivíduo sobre os outros. Num dado momento da vida do gênero homem, a vida grupai foi organizada por dominação. E o homem que conseguiu dominar os outros era o pai, quer dizer, o homem que possuía as mulheres desejadas e que, com elas, gerara e conservara vivos os filhos e filhas. O pai monopolizou para si próprio a mulher (o prazer supremo) e subjugou os outros membros da horda ao seu poder. Conseguiu estabelecer o seu domínio porque lograra excluir os outros membros do prazer supremo? Em todo caso, para o grupo como um todo, a monopolização do prazer significou uma distribuição desigual de sofrimento: …a sorte dos filhos era árdua; se excitavam o ciúme do pai, eram mortos, castrados ou expulsos. Eram obrigados a viver em pequenas comunidades e munir-se de esposas roubando-as de outros . O fardo de todo e qualquer trabalho a realizar na horda primordial era imposto aos filhos que, por sua exclusão do prazer reservado ao pai, tinham ficado livres para a canalização da energia instintiva para as atividades desagradáveis, mas necessárias. A repressão da gratificação das necessidades instintivas, imposta pelo pai, a supressão do prazer, não foi, portanto, um resultado apenas da dominação, mas criou também as precondições mentais que eram propícias ao contínuo funcionamento da dominação.
Nessa organização da horda primordial, racionalidade e irracionalidade, fatores biológicos e sociológicos, o interesse comum e o particular estão inextricàvelmente interligados. A horda primordial é um grupo em funcionamento temporário, que se mantém numa espécie de ordem; portanto, é legítimo supor que o despotismo patriarcal, que estabeleceuessa ordem, fosse racional na medida em que criou e preservou o grupo mediante a reprodução do todo e o interesse comum.

Ao estabelecer o modelo para o subseqüente desenvolvimento da civilização, o pai primordial preparou o terreno para o progresso através da repressão imposta ao prazer e à abstinência forçada; criou, assim, as primeiras precondições para a disciplinada força de trabalho do futuro. Além disso, essa divisão hierárquica do prazer foi justificada pela proteção, segurança e até amor; em virtude do déspota ser o pai, a aversão com que os seus súditos o viam devia, desde o princípio, fazer-se acompanhar de uma afeição biológica emoções ambivalentes que se expressavam no desejo de substituir e de imitar o pai, de identificarem-se com êle, com o seu prazer e o seu poder. O pai estabelece a dominação em seu próprio interesse, mas, ao fazê-lo, está justificado pela sua idade, sua função biológica e (sobretudo) pelo seu êxito: êle criou aquela ordem sem a qual o grupo imediatamente se dissolveria. Nesse papel, o pai primordial prenuncia as subseqüentes e dominadoras imagens paternais, a cuja sombra a civilização progrediu. Em sua pessoa e função, êle consubstancia a lógica interior e a necessidade do próprio princípio de realidade. O pai tem direitos históricos. A ordem reprodutiva da horda sobreviveu ao pai primordial:
… um ou outro filho conseguiria alcançar uma situação semelhante à do pai na horda original. Uma posição favorecida materializou-se de um modo natural: foi a do filho mais novo, que, protegido pelo amor de sua mãe, aproveitou-se da idade avançada do pai e o substituiu após a sua morte.
O despotismo patriarcal da horda primordial passou a ser, portanto, uma ordem efetiva . Mas a efetividade da organização sobreposta da horda deve ter sido muito precária e, conseqüentemente, o ódio contra a supressão patriarcal muito forte.


Na construção de Freud, esse ódio culmina na rebelião dos filhos exilados, o assassinato e devoração coletiva do pai, e o estabelecimento do clã dos irmãos, que, por sua vez, deifica o pai assassinado e introduz aqueles tabus e restrições que, segundo Freud, geraram a moralidade social. A hipotética história da horda primordial, descrita por Freud, trata a rebelião dos irmãos como uma revolta contra o tabu, decretado pelo pai, em relação às mulheres da horda; não está em causa qualquer protesto social contra a divisão desigual do prazer. Por conseqüência, num sentido estrito, a civilização só começa no clã dos irmãos, quando os tabus, agora auto-impostos pelos irmãos governantes, implementam a repressão no interesse comum de preservação do grupo como um todo. E o evento psicológico decisivo que separa o clã dos irmãos da horda primordial é o desenvolvimento do sentimento de culpa. O progresso, para além da horda primordial isto é, a civilização pressupõe o sentimento de culpa, que introjeta nos indivíduos e, portanto, sustem, as principais proibições, restrições e dilações na gratificação, das quais a civilização depende.
É uma razoável conjetura que, após a morte violenta do pai, tenha decorrido um período em que os irmãos discutiram entre si a sucessão, cada um querendo obtê-la exclusivamente para si. Acabaram por compreender que essas lutas eram tão perigosas quanto fúteis. Essa compreensão, a custo conseguida, assim como a recordação do ato de libertação que tinham cometido juntos e a amizade que se estabelecera entre eles durante o tempo de exílio deram lugar, finalmente, a uma união entre todos, uma espécie de contrato social.

Assim nasceu a primeira forma de organização social, acompanhada da renúncia à gratificação instintiva; do reconhecimento de obrigações mútuas de instituições declaradas sagradas e que não podiam ser violadas em resumo, os primórdios da moralidade e da lei. A rebelião contra o pai é rebelião contra a autoridade biològicamente justificada; o seu assassinato destrói a ordem que preservava a vida do grupo. Os rebeldes cometeram um crime contra o todo e, por conseguinte, contra eles próprios. São culpados perante os outros e perante eles próprios e devem-se arrepender. O assassinato do pai é o crime supremo, porque o pai estabeleceu a ordem de sexualidade reprodutiva e, assim, é, na sua pessoa, o gênero que cria e preserva todos os indivíduos.

O patriarca, pai e tirano em um só indivíduo, une o sexo e a ordem, o prazer e a realidade; suscita amor e ódio; garante as bases biológica e sociológica de que depende a história da humanidade. O aniquilamento da sua pessoa ameaça aniquilar uma vida duradoura para o próprio grupo e restaurar a força destrutiva, pré-histórica e sub-histórica, do princípio de prazer. Mas os filhos querem a mesma coisa que o pai; querem a duradoura satisfação de suas necessidades. Só podem atingir esse objetivo repetindo, numa nova forma, a ordem de dominação que controlava o prazer e por isso preservava o grupo. O pai sobrevive como o deus em cuja adoração os pecadores se arrependem, para que possam continuar pecando, enquanto os novos pais consolidam aquelas supressões de prazer que são necessárias para salvaguardar sua soberania e sua organização do grupo.

O progresso da dominação por um para a dominação por muitos envolve uma propagação social do prazer e faz que a repressão seja auto-imposta no próprio grupo governante: todos os seus membros têm de respeitar os tabus se querem manter sua chefia. A repressão impregna agora a vida dos próprios opressores e uma parte de sua energia instintiva fica disponível para a sublimação no trabalho .
Ao mesmo tempo, o tabu sobre as mulheres do clã leva à expansão e amálgama com outras hordas; a sexualidade organizada dá início àquela formação de unidades mais vastas que Freud considerou ser a função de Eros na civilização. O papel das mulheres ganha uma importância crescente. Uma boa parte do poder que ficara devoluto pela morte do pai passou para as mulheres; seguiu-se o período de matriarcado . Parece essencial à hipótese de Freud que, na seqüência do desenvolvimento, rumo à civilização, o período matriarcal tenha sido precedido pelo despotismo patriarcal primordial; o baixo grau de dominação repressiva, a amplitude de liberdade erótica, que estão tradicionalmente associados ao matriarcado, depa-ram-se-nos, na hipótese de Freud, mais como conseqüências do derrubamento do despotismo patriarcal do que como condições naturais primárias. No desenvolvimento da civilização, a liberdade só se torna possível como libertação. A liberdade segue-se à dominação e conduz à reafirmação da dominação. O matriarcado é substituído por uma contra-revolução patriarcal, e esta última é estabilizada mediante a institucionalização da religião.
Fonte:
O Eros e a Civilização de Hebert Marcuse
Cap. 3: A Origem da Civilização Repressiva


Comentário do autor do blog: Como esquerdistas são pedantes. Acho que isso tem o propósito de reduzir o peso das reais intenções presentes nas teorias deles. Pelo menos para a massa, que lê isso e pouco entende, mas que os intelectuais mais perversos absorvem e sabem repassar direitinho essas ideias para os idiotas úteis de maneira mastigada e enviesada positivamente.

Marxismo Cultural - Padre Paulo Ricardo

Marxismo Cultural - Padre Paulo Ricardo
http://video.google.com/videoplay?docid=-7307097961801134682#


O marxismo cultural começou a ganhar muita força a partir dos anos 60. vemos ataques a família tradicional e a tradição cristã ocidental no cinema novo e novelle vague por exemplo. vemos jovens se afundando na prostituição e nas drogas.


Marxismo cultural
Os marxistas queriam uma revolução e para isso precisavam de gente revoltada. A revolta dos trabalhadores, explorada pelo marxismo clássico, era comprovadamente insuficiente. Era preciso encontrar mais gente revoltada. Marcuse descobriu a juventude e as pessoas reprimidas sexualmente. O discurso então se tornou: "a sociedade capitalista" - isto é, ocidental - "é uma sociedade repressora.Ela oprime as pessoas, reprimindo-as sexualmente. Você não pode exercer sua sexualidade livremente. Revolte-se!" Eles queriam acabar com a moral cristã mas não confessavam suas intenções.
A pregação marxista passou a defender a liberação da sexualidade, aborto, homossexualismo e divórcio, chamando o casamento monogâmico de "moral burguesa" (codinome para moral cristã). Erich Fromm, Cornelius Castoriadis (teve papel na revolução estudantil em Paris), Michel Foucault (uma das primeiras vítimas da AIDS por ser drogado e homossexual bastante promíscuo) e Herbert Marcuse foram as maiores influências nas universidades. Quando a revolução estudantil de 1968 eclodiu, Marcuse, Foucault, Castoriadis e outros estavam em Paris insuflando os estudantes. Em Hollywood, os marxistas também trabalhavam para acabar com a "moral burguesa".
O feminismo faz parte do marxismo cultural de forma intrínseca para implodir o ocidente por dentro e emascular a força dos homens ocidentais.
Uma das faces do marxismo cultural é o movimento feminista.

Marcuse defendia a promiscuidade sexual em seu livro O Eros e a Civilização.
Pesquisem sobre a Escola de Frankfurt para saber mais do marxismo cultural.

O Marxismo Cultural - Tempos do Kaiser Wilhelm

A Primeira Grande Guerra começou em 1914 e durou até 1919. O Kaiser alemão dizia "não há mais partidos, somos todos alemães" e trabalhadores se voltaram contra trabalhadores de outros países, cada um defendendo os "interesses de seus patrões". Em 1917, a revolução bolchevique deu uma esperança aos marxistas, embora todas as outras tentativas de revolução comunista fracassassem. Em 1919, a revolução Espartacista em Berlin, com Karl Liebknecht, Rosa Luxemburgo, Spartacus, fracassou. Também em 1919, houve o governo do Soviete de Munique, cujo governo provisório não conseguiu atrair o apoio dos trabalhadores. Na Hungria, o governo provisório de Bela Kun, do qual participava o filósofo Georg Lucács, também fracassou. Na Itália houve a revolta sindicalista em Turim, que também fracassou.
Esses fracassos consistiram num grande problema teórico para o marxismo: por que a realidade não segue a teoria? Um cérebro normal rejeitaria a teoria se ela não é compatível com a realidade, mas o cérebro marxista não é normal: se a realidade não confirma a teoria, pior para a realidade! Antonio Gramsci e Georg Lukács concluíram que teria sido a cultura ocidental que "alienara os proletários e os prevenia de lutarem contra os interesses das outras classes". A Rússia não era "ocidental" o suficiente e, na conclusão deles, por isso a revolução tinha dado certo lá.

A cultura ocidental é sustentada em 3 colunas: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã. Para implantar o socialismo no Ocidente, eles concluíram que era preciso acabar com a moral judaico-cristã. Por isso é que o novo marxismo, o marxismo cultural, tem como objetivo destruir a moral judaico-cristã. No entanto, isto criou um cisma no marxismo. No Ocidente, começou-se a lutar por uma outra espécie de marxismo diferente do marxismo ortodoxo que era praticado no Oriente, por trás da Cortina de Ferro. Maurice Merleau-Ponty, um filósofo francês, cunhou a expressão "marxismo ocidental" para designar esse outro marxismo heterodoxo e herético aos olhos dos comunistas russos. Stalin odiava os comunistas do Ocidente por não aceitarem as ordens de Moscovo apesar de também serem marxistas.
Vários filósofos e escritores famosos no Ocidente pertenceram a esse marxismo ocidental. Ernst Bloch (importante influência na revolução estudantil européia), Walter Benjamin, Jean Paul Sartre, Louis Althusser, Jürgen Habermas (que uma vez debateu com o então cardeal Ratzinger). Em 1923, na Alemanha, foi realizada a Semana de Trabalho Marxista. Filósofos marxistas se reuniram para debater a crise da teoria marxista (por que a realidade não estava seguindo a teoria?) que vinha desde 1919.
Nesse encontro, se destacaram Felix Weil e Georg Lukács. Felix Weil vinha de uma família rica e gastou o dinheiro do pai criando e sustentando financeiramente o Instituto Para a Pesquisa Social em Frankfurt em 1924: a famosa Escola de Frankfurt. Esse grupo tinha como intenção inicial usar o nome "Instituto Marx-Engels", espelhando o instituto de mesmo nome em Moscovo, mas decidiram que no Ocidente eles teriam maior vantagem em não se identificar como marxistas. Esse instituto editou o primeiro volume da Edição Geral das Obras de Marx e Engels (MEGA - Marx-Engels-Gesamtausgabe) simultaneamente com o instituto de Moscou. Esses jovens ricos estudavam a sociedade alemã para descobrir como funcionava o pensamento ocidental e descobrir como destruí-lo.
Com a ascenção de Hitler ao poder e sua perseguição aos judeus e aos marxistas, eles fugiram para os Estados Unidos. Uma das principais características dos marxistas culturais é que eles não querem saber de luta armada, mas querem ocupar espaços para pregar suas doutrinas em universidades, na mídia, nas igrejas ou em qualquer lugar onde haja discurso.Vários destes pensadores, sem se identificarem como marxistas, se infiltraram e conseguiram lecionar em universidades americanas. Deles, merecem destaque Teodor Adorno, Herbert Marcuse e Max Horkheimer, que foram lecionar na Universidade de Columbia, em Nova York. Horkheimer e Adorno voltaram à Europa depois do fim da Segunda Guerra Mundial e fizeram muitos discípulos. Marcuse trabalhou para a CIA (então chamada de OSS) em projetos de propaganda anti-nazista e depois mudou-se para a Califórnia. Na época em que explodiu a revolução estudantil de 1968, ele lecionava na Universidade de San Diego. Marcuse influenciou enormemente a cultura do Ocidente, mudando o pensamento marxista ocidental para uma espécie de casamento intelectual entre Marx e Freud.

Os marxistas queriam uma revolução e para isso precisavam de gente revoltada. A revolta dos trabalhadores, explorada pelo marxismo clássico, era comprovadamente insuficiente. Era preciso encontrar mais gente revoltada. Marcuse descobriu a juventude e as pessoas reprimidas sexualmente. O discurso então se tornou: "a sociedade capitalista" - isto é, ocidental - "é uma sociedade repressora.Ela oprime as pessoas, reprimindo-as sexualmente. Você não pode exercer sua sexualidade livremente. Revolte-se!" Eles queriam acabar com a moral cristã mas não confessavam suas intenções.
A pregação marxista passou a defender a liberação da sexualidade, aborto, homossexualismo e divórcio, chamando o casamento monogâmico de "moral burguesa" (codinome para moral cristã). Erich Fromm, Cornelius Castoriadis (teve papel na revolução estudantil em Paris), Michel Foucault (uma das primeiras vítimas da AIDS por ser drogado e homossexual bastante promíscuo) e Herbert Marcuse foram as maiores influências nas universidades. Quando a revolução estudantil de 1968 eclodiu, Marcuse, Foucault, Castoriadis e outros estavam em Paris insuflando os estudantes. Em Hollywood, os marxistas também trabalhavam para acabar com a "moral burguesa".

Em 1955, Marcuse escreveu "Eros e Civilização", livro muito divulgado nas universidades e que se tornou a "bíblia" da revolução Hippie. Segundo seu discurso, a sociedade capitalista gera a guerra e a repressão sexual, portanto, "faça amor, não faça guerra"."Paz e amor, bicho!" Para ter coragem de des-reprimir, os jovens, que ainda foram criados em famílias cristãs, precisaram tomar drogas para conseguirem praticar perversões sexuais (a "liberação sexual"). Com isso veio Woodstock e o protesto contra a guerra do Vietname. Os jovens e os transviados serviriam como combustível para o motor da nova revolução marxista.